José Dias
Segunda-feira, Fevereiro 27, 2006
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2006
Mousse de S. Valentim

Ingredientes:
1 embalagem (250 g) de framboesas
6 colheres de sopa de geleia de framboesa (ou doce) sem açúcar
1 pacote de natas vegan para bater
100 g de chocolate preto derretido
- Bater as natas e reservar 4 colheres de sopa para enfeitar.
- Incorporar as natas à geleia de framboesa com muito carinho. Reservar no frigorífico.
- Antes de servir, incorporar metade da embalagem das framboesas ainda com mais amor e carinho.
- Com a outra metade, o chocolate derretido, as natas batidas e um pouco de geleia de framboesa, declare o seu amor!
(Feito por um amigo e publicado na revista "Cozinha Natural", nº 19 de Fevereiro)
Domingo, Janeiro 22, 2006
A Vós...

... um pedido de desculpas pela minha falta de atenção aqui na blogosfera. Ultimamente tenho passado por diversas experiências, tanto a nível profissional como emocional, que levaram-me a reconstituir pilares e a tomar medidas de reflexão. Sabem que desde há um ano para cá (sim, já fez um ano) e por incrível que pareça, tenho conhecido através deste meio tantas pessoas que provaram ser seres-humanos lindos e que ainda hoje partilham comigo o que de melhor têm para dar. Outros já se afastaram, mas para esses fica marcada a sua pegada neste “guarda-jóias” virtual. ;)
Sabem, metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e sobretudo pensarmos quando devíamos sentir... leva-me a crer que se talvez eu conseguisse interpretar o que o meu coração sente, todo o vocabulário do mundo não chegaria... seria demasiado limitado e ficaria sujeito a deturpações.
O amor ensina-nos todas as virtudes e presenceia-nos ao mundo inteligível. Esse amor é um universo partilhado entre o ser senciente, sem preconceitos . É o chavão para o liberalismo que permite abrir todas as portas possíveis e imaginárias que, posto em prática, fecha as que pertencem à solidão.
Mas se realmente reconhecemos os factos porquê hesitar? Qualquer advogado, médico, cientista, pedreiro, professor, actor, estudante ou mesmo um sem-abrigo sente que amando como uma criança prova como a nossa inteligência considera o próximo estando perto de nós amando-o, e não com indiferença. Isso é o que faz ver o invisível. O respeito é a base de tudo.
Serão estes pontos demasiado utópicos? Por vezes sentimos que aquilo que fazemos é apenas uma gota de água num oceano. Mas talvez o oceano seria menor se lhe faltasse uma gota.
Li uma vez que: “O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.”
Sabem, metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e sobretudo pensarmos quando devíamos sentir... leva-me a crer que se talvez eu conseguisse interpretar o que o meu coração sente, todo o vocabulário do mundo não chegaria... seria demasiado limitado e ficaria sujeito a deturpações.
O amor ensina-nos todas as virtudes e presenceia-nos ao mundo inteligível. Esse amor é um universo partilhado entre o ser senciente, sem preconceitos . É o chavão para o liberalismo que permite abrir todas as portas possíveis e imaginárias que, posto em prática, fecha as que pertencem à solidão.
Mas se realmente reconhecemos os factos porquê hesitar? Qualquer advogado, médico, cientista, pedreiro, professor, actor, estudante ou mesmo um sem-abrigo sente que amando como uma criança prova como a nossa inteligência considera o próximo estando perto de nós amando-o, e não com indiferença. Isso é o que faz ver o invisível. O respeito é a base de tudo.
Serão estes pontos demasiado utópicos? Por vezes sentimos que aquilo que fazemos é apenas uma gota de água num oceano. Mas talvez o oceano seria menor se lhe faltasse uma gota.
Li uma vez que: “O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.”
o que estou ouvindo...



